“Há muito quem julgue que o Porto foi sempre, e é ainda, terreno sáfaro para a cultura do espírito.
Edições Pátria, Gaia-Portugal. 1931. In- 4º de 38-I págs. Broch.
Ilustrado.
Cidade conhecida em todo o mundo pela fama do vinho que lhe usa o nome, terra eminentemente ciosa das sua ingénitas e tradicionalíssimas disposições para o balcão e para a oficina, há quem suponha que do Porto só saíram grandes industriais e negociantes e que, quanto a livros, nada se conhece senão os de Deve-Haver”. é este preconceito instituído que Magalhães Basto irá desmentir ao longo deste despretensioso ensaio, terminando com a seguintes palavras: “Quando me propus falar de – Os Portuenses e a cultura do espírito na época do Renascimento – não quis dar a entender que o Porto tivesse sido um alto centro intelectual. Quis apenas afirmar, com argumentos e com factos, que o Porto não ficou alheado do momento cultural que a Europa vivia.” Magalhães Basto
Edição inserida na prestigiada coleção “Estudos Nacionais” de cuidada execução gráfica, ilustrada à parte com gravuras.
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